Resposta curta: as injeções para emagrecer vendidas em Portugal são quatro medicamentos de três moléculas — tirzepátido (Mounjaro), semaglutido (Ozempic e Wegovy) e liraglutido (Saxenda). Todos são medicamentos sujeitos a receita médica (MSRM): nenhum se compra sem prescrição. Nos ensaios de fase 3, a perda média de peso foi de 8% com liraglutido, 14,85% com semaglutido e até 22,5% com tirzepátido. Os preços praticados em Portugal não se comparam todos na mesma unidade: o Mounjaro custa 209 € a 445 € por mês e o Saxenda 130 € a 270 € por mês, enquanto o Ozempic ronda os 105–107 € e o Wegovy os 174–199 € por caneta. Quase nunca há comparticipação do Serviço Nacional de Saúde quando o objetivo é perder peso.
Quem está a fazer um destes medicamentos e tem:
- dor abdominal alta nova ou a agravar, muitas vezes a irradiar para as costas
- essa dor acompanhada de náuseas ou vómitos persistentes
Estes são sinais de possível pancreatite aguda, uma condição grave e potencialmente fatal. Não esperar pela consulta seguinte: serviço de urgência.
- história pessoal ou familiar de carcinoma medular da tiroide
- síndrome de neoplasia endócrina múltipla tipo 2 (NEM2)
- gravidez, gravidez planeada ou amamentação
- doença da vesícula biliar conhecida ou episódios anteriores de pancreatite
O que são os agonistas GLP-1
Um agonista do recetor GLP-1 é um fármaco que imita o GLP-1 (glucagon-like peptide-1), uma hormona produzida no intestino depois das refeições. Segundo o relatório público europeu de avaliação (EPAR) da Agência Europeia de Medicamentos, o semaglutido aumenta a secreção de insulina dependente da glicose, retarda o esvaziamento gástrico e atua em recetores cerebrais que regulam o apetite e a saciedade.
Na prática, é isso que explica a perda de peso: o estômago esvazia mais devagar e os circuitos cerebrais da fome ficam menos ativos. A pessoa come menos porque tem menos fome, não porque "queima" mais.
O tirzepátido, princípio ativo do Mounjaro, funciona de forma parecida mas ativa dois recetores em vez de um: o do GLP-1 e o do GIP (polipeptídeo insulinotrópico dependente de glicose). Este mecanismo duplo está associado, nos ensaios de fase 3, a perdas de peso médias superiores às do semaglutido.
Que injeções para emagrecer existem em Portugal
São quatro marcas, com três moléculas diferentes. A tabela resume o que distingue cada uma.
| Marca | Molécula | Apresentação | Custo aproximado | Comparticipação SNS |
|---|---|---|---|---|
| Mounjaro | tirzepátido | caneta, injeção semanal | 209–246 €/mês (2,5–5 mg); 304–445 €/mês (10–15 mg) | Não |
| Ozempic | semaglutido | caneta injetável | 105,36 € a 106,85 € por caneta, igual nas três doses | Só em diabetes tipo 2 com critérios específicos |
| Wegovy | semaglutido | caneta, injeção semanal | 173,98 € (1,7 mg) e 198,53 € (2,4 mg) por caneta | Não |
| Saxenda | liraglutido | caneta, injeção diária | 130–270 €/mês consoante a apresentação | Não |
Os valores do Mounjaro são de uma farmácia online licenciada na União Europeia; os do Wegovy vêm de imprensa nacional, com data de junho de 2026; os do Saxenda são de uma farmácia online portuguesa. Não são tabelas oficiais do Infarmed — são preços de retalho reais, que variam de farmácia para farmácia.
Ozempic e Wegovy contêm a mesma molécula, o semaglutido. Separam-nos a dose e a indicação aprovada: o Wegovy foi avaliado para gestão de peso, o Ozempic para diabetes tipo 2. Quem estiver a comparar as duas caixas encontra o detalhe em Wegovy em Portugal.
Quanto peso se perde, segundo os ensaios clínicos
Três ensaios pivô, todos publicados no New England Journal of Medicine, dão os números de referência desta classe. Todos foram financiados pelos fabricantes das respetivas moléculas — dizê-lo faz parte de ler os dados com honestidade.
| Ensaio | Molécula e dose | Duração | Perda média | Placebo |
|---|---|---|---|---|
| SURMOUNT-1 (NEJM, 2022, n=2.539) | tirzepátido 15 mg/semana | 72 semanas | 22,5% | 2,4% |
| SURMOUNT-1 | tirzepátido 10 mg/semana | 72 semanas | 21,4% | 2,4% |
| SURMOUNT-1 | tirzepátido 5 mg/semana | 72 semanas | 16,0% | 2,4% |
| STEP 1 (NEJM, 2021) | semaglutido 2,4 mg/semana | 68 semanas | 14,85% | 2,41% |
| SCALE (NEJM, 2015) | liraglutido 3,0 mg/dia | 56 semanas | 8,0% | 2,6% |
No SURMOUNT-1, quase 90% de quem recebeu tirzepátido perdeu pelo menos 5% do peso. No STEP 1, essa marca foi atingida por 86% dos participantes com semaglutido. No SCALE, atingiram-na 63,2% com liraglutido, contra 27,1% no grupo placebo — e 33,1% perderam mais de 10% do peso, contra 10,6% com placebo.
Estas são médias de grupo em ensaios com acompanhamento clínico, dieta e exercício associados. Não são garantia de resultado individual, e o financiamento pelo fabricante é um dado a pesar, não um detalhe de rodapé.
Tirzepátido ou semaglutido: qual é melhor?
Não há, na nossa base de fontes, um ensaio de comparação direta cabeça-a-cabeça publicado que permita dizer que uma molécula é melhor do que a outra. O que revisões clínicas recentes descrevem é uma tendência: o tirzepátido tende a produzir perda de peso ligeiramente superior, possivelmente pelo mecanismo duplo GLP-1/GIP, com melhor preservação relativa de massa magra; o semaglutido tem histórico de segurança mais longo e uso clínico mais amplo.
Comparar as percentagens dos ensaios de cada molécula não é o mesmo que comparar as moléculas: as populações, as durações e os protocolos são diferentes. Quem escolhe é o médico, com o histórico clínico à frente.
Quanto custam estas injeções em Portugal
Antes dos números, uma advertência sobre a unidade: só duas das quatro marcas têm preço mensal em fonte fiável. O Mounjaro e o Saxenda estão publicados por mês; o Ozempic e o Wegovy estão publicados por caneta. Somar ou converter uns nos outros exigiria saber quantas canetas dura um mês em cada dose, e essa informação não consta das fontes desta página.
O Mounjaro é o mais caro da classe em Portugal e o SNS não paga nada dele, seja qual for a indicação. Os detalhes por dose estão em Mounjaro: preço em Portugal.
O Ozempic é o mais barato por unidade dos quatro: as três apresentações à venda numa farmácia online portuguesa custavam 105,36 € (0,25 mg), 106,85 € (0,5 mg) e 105,36 € (1 mg) a 24 de agosto de 2026 — ou seja, o preço não sobe com a dose. É também o único da lista com alguma comparticipação, e mesmo essa apenas em diabetes tipo 2: as regras estão em Ozempic: preço em Portugal.
O Wegovy também é pago na totalidade pelo doente, com o fabricante à espera de um regime excecional de financiamento estatal. Em junho de 2026 as duas apresentações baixaram 19% e ficaram em 173,98 € e 198,53 € por caneta, conforme a dose; o antes e o depois, valor a valor, está em Wegovy em Portugal.
O Saxenda, com liraglutido, custa entre cerca de 130 € e 270 € por mês na dose de manutenção, consoante a embalagem ser de 3 ou de 5 canetas e consoante a farmácia. Também não é comparticipado para obesidade.
Quando é que o SNS comparticipa
Uma vez só, e com a porta estreita: das quatro marcas, apenas o Ozempic entrou na comparticipação, em fevereiro de 2026, e mesmo assim ligada ao diagnóstico de diabetes tipo 2 — não ao peso. Quem procura uma injeção só para emagrecer não cumpre esses critérios e paga o preço de venda ao público por inteiro.
Os critérios exatos, a data da decisão do Infarmed e o lugar que o medicamento ocupa na linha terapêutica estão em Ozempic: preço em Portugal.
Como se obtêm estas injeções
Com receita médica e avaliação clínica, sempre. Todos estes fármacos são MSRM na União Europeia: nenhum é suplemento alimentar nem produto de venda livre. O Mounjaro, o mais recente dos quatro, chegou ao mercado europeu em setembro de 2022 — primeiro para diabetes tipo 2, e só depois com a indicação alargada à gestão de peso.
Na prática, o percurso é: consulta médica (médico de família, endocrinologia ou consulta de obesidade), avaliação do IMC e das comorbilidades, prescrição, e depois levantamento em farmácia. Plataformas de farmácia online licenciadas na UE também exigem avaliação clínica antes de dispensar.
Efeitos secundários: o que os ensaios registaram
Os efeitos gastrointestinais são muito comuns e aumentam com a dose. Nos 10 ensaios com tirzepátido reunidos numa meta-análise de 6.836 participantes, náuseas e diarreia apareceram em 39% das pessoas tratadas com 5 mg, 46% com 10 mg e 49% com 15 mg.
| Dose de tirzepátido | Perda média de peso (SURMOUNT-1) | Efeitos gastrointestinais |
|---|---|---|
| 5 mg | 16,0% | 39% |
| 10 mg | 21,4% | 46% |
| 15 mg | 22,5% | 49% |
A leitura desta tabela é a conversa que se tem no consultório: mais dose, mais perda de peso, mais probabilidade de náuseas e diarreia.
Os efeitos raros mas graves são outra categoria. A mesma meta-análise registou taxas de pancreatite aguda muito baixas, iguais ou inferiores a 1% em todas as doses. Uma revisão sistemática dedicada à segurança pancreática e biliar do tirzepátido confirma um sinal de risco aumentado de doença da vesícula biliar e litíase biliar associado à perda de peso rápida induzida pelo fármaco, além do risco raro de pancreatite.
Contraindicações e gravidez
A contraindicação absoluta desta classe é a história pessoal ou familiar de carcinoma medular da tiroide ou de síndrome de neoplasia endócrina múltipla tipo 2. Os agonistas GLP-1 e GIP/GLP-1 têm advertência de bula sobre risco de tumores das células C da tiroide, com base em estudos realizados em animais.
Na gravidez, o uso não é recomendado. Estes fármacos devem ser interrompidos algum tempo antes de uma gravidez planeada, e o prazo não é igual para todas as moléculas — mas os números que circulam em sites agregadores não são fonte suficiente para os publicarmos. Quem esteja a planear engravidar deve falar com o médico prescritor com antecedência e ler o folheto informativo da embalagem, onde o prazo consta.
O comprimido chegou: o que muda
A Comissão Europeia autorizou, a 14 de julho de 2026, o Wegovy em comprimidos — semaglutido oral de toma diária — para adultos com obesidade (IMC igual ou superior a 30) ou excesso de peso (IMC igual ou superior a 27) com pelo menos uma comorbilidade associada. É o primeiro agonista do recetor GLP-1 em comprimido aprovado para controlo de peso em todos os Estados-Membros da União Europeia. A decisão seguiu-se a um parecer positivo do Comité dos Medicamentos para Uso Humano (CHMP) da Agência Europeia de Medicamentos, emitido em maio de 2026.
Em agosto de 2026 o comprimido ainda não estava disponível nas farmácias portuguesas e não há preço nacional confirmado. Autorização europeia e chegada à farmácia são duas coisas diferentes: entre uma e outra há o processo de introdução no mercado nacional, que se acompanha pelo Infarmed.
Uma nota para quem pesquisa "Ozempic em comprimidos": o Ozempic é injetável. O comprimido aprovado em julho de 2026 é do Wegovy, e existe também o Rybelsus, marca de semaglutido em comprimido. Não publicamos preços do Rybelsus porque não os confirmámos em fonte fiável.
E quem não tem receita nem 200 € por mês?
A lista de opções sem receita é curta, e é melhor dizê-la com números do que com sugestões. Fora da prescrição existe uma única molécula com estatuto de medicamento para perda de peso na União Europeia: o orlistato 60 mg, que em Portugal se compra em farmácia com a marca Alli. A dose de 120 mg continua a exigir receita. Nos ensaios reunidos em meta-análise, o ganho sobre o placebo ao fim de um ano ficou entre 2,4 e 2,9 kg — mecanismo, preços, efeitos secundários e a conta por mês estão em orlistato em Portugal.
A comparação honesta é esta: 2,4 a 2,9 kg com orlistato, contra 14,85% a 22,5% do peso corporal nos ensaios com semaglutido e tirzepátido. São ordens de grandeza diferentes, e nenhum suplemento alimentar cobre a distância — quem disser o contrário está a vender.
Não é caso hipotético. O Infarmed já apanhou e retirou do mercado produtos de emagrecimento à venda para Portugal fora de qualquer farmácia, com substâncias que o rótulo não declarava. Os nomes, as análises e o destino a dar a uma embalagem que já esteja em casa estão na lista dos produtos ilegais em Portugal.
Para esta classe de fármacos, a regra prática cabe numa frase: qualquer caneta comprada fora do circuito legal — sem receita, sem farmácia, sem rastreio do lote — está fora de qualquer garantia de conteúdo, dose e conservação.
Quantos portugueses estão nesta situação
O Instituto Nacional de Estatística contou, em 2022, 53,2% de adultos portugueses com excesso de peso ou obesidade — 37,3% na primeira categoria, 15,9% na segunda. Passados os 45 anos a obesidade sobe para 19,3%, o valor mais alto de todas as faixas etárias.
Não é um problema de nicho, e explica o volume de pesquisas por preços de injeções em Portugal.
Os limites desta página
Aqui reunimos o que os ensaios clínicos publicados mostram sobre estes medicamentos, quanto custam em farmácia portuguesa e quais são as regras de comparticipação em vigor. É informação para chegar à consulta a saber o que perguntar.
Aqui não há prescrição, nem escolha de molécula, nem esquema de doses. Nenhum destes medicamentos deve ser iniciado, aumentado ou parado a partir de um artigo: quem avalia o risco cardiovascular, a tiroide, a vesícula e a medicação que já toma é o médico.
A escalada de dose fica no consultório
Não publicamos o calendário de escalada de dose de nenhum destes fármacos, nem "por onde começar". A dose inicial e a progressão dependem da tolerância gastrointestinal, das comorbilidades e da resposta de cada pessoa — é isso que o médico ajusta na consulta.
Publicar um esquema seria facilitar exatamente aquilo que o mercado paralelo explora: quem compra fora da farmácia, compra também a instrução. Preferimos ficar por aquilo que é verificável, os números dos ensaios e os preços.
Resumo
- São quatro marcas e três moléculas: tirzepátido (Mounjaro), semaglutido (Ozempic e Wegovy) e liraglutido (Saxenda). Todas exigem receita médica.
- Nos ensaios pivô, a perda média foi de 8,0% (liraglutido), 14,85% (semaglutido 2,4 mg) e 16,0% a 22,5% (tirzepátido, consoante a dose).
- Os preços não estão todos na mesma unidade: Mounjaro 209–445 € por mês, Saxenda 130–270 € por mês, Ozempic cerca de 105–107 € por caneta e Wegovy 173,98 € ou 198,53 € por caneta.
- O Mounjaro, o Wegovy e o Saxenda não são comparticipados. O Ozempic só é, desde fevereiro de 2026, em diabetes tipo 2 com obesidade ou alto risco cardiovascular.
- Efeitos gastrointestinais afetam quase metade dos utilizadores nas doses altas; pancreatite é rara mas documentada e obriga a urgência.
- O comprimido oral foi aprovado na UE em julho de 2026, mas ainda não chegou às farmácias portuguesas.
Quem procura o que existe fora dos injetáveis encontra o mapa completo do tema na página de entrada, incluindo o que se compra sem receita.
Avisos
Saúde primeiro. O que está escrito aqui serve para preparar a conversa com quem trata de si — não para a substituir, nem para substituir o folheto que vem dentro da embalagem. Começar, mudar ou parar um tratamento decide-se com médico ou farmacêutico.
Preços. Os valores citados são preços de retalho de farmácias e plataformas licenciadas, com a data indicada, e não tabelas oficiais do Infarmed. Confirme sempre na farmácia.
Marcas citadas. Mounjaro, Ozempic, Wegovy, Saxenda, Rybelsus, Xenical e Alli pertencem a quem as registou. A redação escreve sobre elas por decisão própria: não há vínculo com os fabricantes, não os representamos e nenhum deles tem influência sobre este texto.
Como o site se paga. Algumas ligações desta página geram comissão para a redação quando levam a uma compra. Quem compra paga exatamente o mesmo, e nada do que está escrito acima muda por causa disso.
Fontes utilizadas
- EMA, EPAR do Wegovy (mecanismo do semaglutido, estatuto MSRM): https://www.ema.europa.eu/en/medicines/human/EPAR/wegovy
- EMA, EPAR do Mounjaro (mecanismo duplo GLP-1/GIP, autorização 15/09/2022): https://www.ema.europa.eu/en/medicines/human/EPAR/mounjaro
- SURMOUNT-1, Jastreboff AM et al., NEJM 2022 (tirzepátido, 72 semanas): https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/35658024/
- STEP 1, Wilding JPH et al., NEJM 2021 (semaglutido 2,4 mg, 68 semanas): https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/33567185/
- SCALE Obesity and Prediabetes, Pi-Sunyer X et al., NEJM 2015 (liraglutido 3,0 mg): https://www.nejm.org/doi/full/10.1056/NEJMoa1411892
- Meta-análise de 10 ensaios com tirzepátido, efeitos adversos por dose (2023): https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/36789109/
- Revisão sistemática sobre segurança pancreática e biliar do tirzepátido (2023): https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/37908750/
- Advertência sobre carcinoma medular da tiroide e NEM2 (bula do fabricante): https://www.accessdata.fda.gov/drugsatfda_docs/label/2023/215866Orig1s002s006lbl.pdf
- Preço do Mounjaro em Portugal e ausência de comparticipação: https://apomeds.com/pt/mounjaro-preco
- Comparticipação do Ozempic pelo SNS desde 3 de fevereiro de 2026: https://healthnews.pt/2026/02/03/ozempic-comparticipado-para-diabeticos-tipo-2-com-obesidade-ou-risco-cardiovascular/
- Descida de 19% no preço do Wegovy em Portugal (junho de 2026): https://24noticias.sapo.pt/atualidade/artigos/tratamento-da-obesidade-wegovy-mais-barato-em-portugal
- Preço do Saxenda em farmácia online portuguesa: https://www.afarmaciaonline.pt/saxenda-6-mg-ml-x-5-sol-inj-sc-caneta-pre-cheia.html
- Preço do Ozempic por caneta em farmácia online portuguesa, três apresentações (CNP 5755624 / 5755632 / 5755640, consultado a 24.08.2026): https://www.afarmaciaonline.pt/ozempic-1-5-ml-0-25-mg-0-19-ml-x-1-sol-inj-caneta-pre-cheia.html
- Aprovação do semaglutido oral pela Comissão Europeia (14 de julho de 2026): https://jornalmedico.pt/cetera/83970-comissao-europeia-aprova-analogo-de-glp-1-oral-para-o-tratamento-da-obesidade-e-do-excesso-de-peso/
- Orlistato, meta-análise BMJ 2007 (Rucker D et al.): https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/18006966/
- Diretrizes NIH sobre défice calórico e ritmo de perda de peso: https://pmc.ncbi.nlm.nih.gov/articles/PMC4024447/
- Alertas do Infarmed sobre produtos ilegais para emagrecer: https://www.infarmed.pt/web/infarmed/alertas/-/journal_content/56/15786/2176282
- Venda ilegal pela internet, alerta do Infarmed (RTP): https://www.rtp.pt/noticias/pais/infarmed-alerta-para-venda-ilegal-de-medicamentos-para-emagrecer-na-internet_n1054171
- Prevalência de excesso de peso e obesidade em Portugal, dados do INE: https://cnnportugal.iol.pt/obesidade/excesso-de-peso/mais-de-metade-da-populacao-adulta-em-portugal-tem-excesso-de-peso-ou-obesidade/20250303/67c5a8d7d34e3f0bae9b290c